domingo, 19 de novembro de 2017

NÃO CABE À MULHER REIVINDICAR DIREITOS DO MACHO, SUBSTITUINDO-O NO ODIOSO EXERCÍCIO DE UMA DOMINAÇÃO NEGATIVA!

O EQUÍVOCO DO MOVIMENTO FEMINISTA

"O valor é masculino, branco e ocidental"
(Roswitha Scholzpublicista alemã)
O movimento feminista teve e tem como bandeira referencial de sua luta o combate à discriminação da mulher pelo homem, como se esta questão estivesse preponderantemente circunscrita apenas a uma postura machista patriarcal consciente (que, contudo, existe).

Tal movimento está inserido na imanência capitalista, assim como todos os demais movimentos reivindicadores de direitos dentro da modernização capitalista. E passou a reivindicar historicamente as pretensas vantagens do macho (dizemos pretensas por se situarem existencialmente no invólucro segregacionista da forma-valor, estando, portanto, por ele contaminadas e depauperadas) como pretenso modo de obtenção de sua emancipação.    

A luta feminista se traduziu (e se traduz, até aqui) em maiores oportunidades de emprego para mulheres na atividade produtora de mercadorias; salário igual para o mesmo tipo de trabalho; participação em igualdade de condições na esfera política; combate à violência contra si; enfim, igualdade de tratamento conferido aos homens, estes últimos também vítimas da segregação social que a todos atinge, ainda que de modo heterogêneo. 

Tal foco reivindicatório, por mais legítimo que pareça ser, carece de consistência emancipatória, limitando-se à mendicância de direitos dos servos do trabalho abstrato (homens e mulheres produtores de valor) aos senhores do capital, ratificando o dito cujo ao invés de negá-lo. Assim, ainda que parte das reivindicações seja justa, elas não têm nada de consistente e definitivamente emancipatórias.

Este enfoque imanente à forma-valor torna inevitável uma disputa nefasta por hegemonia entre homens e mulheres. O capital mantém os indivíduos sociais em permanente oposição (ora explícita, ora dissimulada) aos outros indivíduos sociais, dividindo-os para reinar sobre todos eles. Isto se dá tanto no mercado de trabalho quanto na vida social e privada, como se fossem indivíduos ontologicamente antagônicos e destinados ao eterno conflito de interesses.

Foi graças à solidariedade grupal e ao sentimento gregário que nossos ancestrais longínquos sobreviveram a animais maiores e mais fortes do que eles, garantindo a sobrevivência da espécie. A socialização pela forma-valor representa uma violência à natureza humana e gera distorções como o pretenso e fratricida antagonismo homem/mulher. 

Ao patriarcado assumido das sociedades pré-capitalistas sucedeu o patriarcado velado do moderno sistema produtor de mercadorias em esferas separadas, em que ao homem foi reservado o papel de reprodução do valor por meio do trabalho abstrato, sua substância; e à mulher, as tarefas de reprodução da força de trabalho pela afetividade, maternidade, gerenciamento das tarefas domésticas, etc. 

Tal lógica faz com que o papel do homem prepondere sobre o da mulher, pois ao sistema produtor de mercadoria interessa sobretudo a reprodução do valor e não da vida, da qual faz uso oportunista e descartável (como ocorre agora com o ser humano, que, por haver-se tornado supérfluo na reprodução do valor, já que a tecnologia de produção microeletrônica o substitui com vantagem, está sendo condenado à morte). 
A negatividade contida na relação social forma-valor, sujeito autômato das sociedades mercantis, transforma tanto os homens como as mulheres em seus vassalos submissos, que apenas servem à realização do seu vazio fim em si. 

Agora o sistema produtor de mercadorias, como consequência de suas contradições internas, está no limite de sua capacidade auto-reprodutiva; isto aguça a crise da dissociação de gênero por ele mesmo provocada. 

Mais do que nunca os movimentos sociais, inclusive o feminista, devem pugnar pela superação da forma-valor, desobstruindo o caminho para o estabelecimento de uma relação vital, complementar e solidária entre homens e mulheres.   

O MUNDO DO MACHO ACABOU!

A moderna sociedade patriarcal produtora de mercadorias, enquanto modo fetichista de relação social, entrou em disfunção existencial e já não consegue ser nem precariamente eficaz como era no passado. 
Outrora, logrou desenvolver-se e manter-se dominante graças à violência (guerras, repressão militar); à exclusão social (ilhas de prosperidade e oceanos de miséria); e à segregação da mulher, à qual foi reservado um papel socialmente secundarizado e sub-repticiamente sacralizado de reprodução da vida como rainha do lar

Naquele contexto, o movimento feminista, juntamente com tantos outros movimentos de esquerda, sem o saber, sem o querer (ou, em alguns casos, conscientemente), reafirmou a forma-valor no seu invólucro do capital, seja no formato político liberal (democracias burguesas), seja no estatal (socialismo real). 

Agora, o mundo do valor (do macho) entra em acelerado e profundo processo de disfunção social, face à sua dessubstancialização pelo desuso substancial do trabalho abstrato na produção de mercadorias. 

Trata-se de um fato social que gera incapacidade reprodutiva de valor e tem, como uma de suas consequências, a de tornar evidente a falta de sentido contestatório das reivindicações de direitos imanentes a tal lógica destrutiva. 

Ditas reivindicações, por seu atendimento haver se tornado impossível graças à crise do capital (que, no mundo inteiro, cancela os direitos outrora concedidos), podem e devem ser feitas no sentido da afirmação da necessidade de ruptura com as categorias capitalistas fundantes: trabalho abstrato, dinheiro, mercadoria, mercado, estado, política, socialismo, democracia. Só assim, sob outra forma de relação social, poderão doravante ser atendidas. 

Faz-se necessária, neste sentido, um claro discernimento do que deve ser feito para a superação do eterno antagonismo homem/mulher (como, de resto, os remanescentes entre todos os indivíduos sociais  que foram tornados adversários entre si) engendrado pelo sistema produtor de mercadorias e suas categorias funcionais e institucionais. 

Além das acima referidas, são reivindicações históricas do movimento feminista:
Angela Davis: mulheres deveriam combater também o capitalismo

— o direito ao voto; 
— maior espeço na política; 
— espaço de ascensão funcional na vida pública e privada; 
— salário igual para idênticas tarefas profissionais; 
— reconhecimento dos direitos patrimoniais no casamento; 
— igualdade de tratamento no direito civil, etc.

Estas e outras reivindicações imanentes à lógica do valor evidenciam agora, com maior nitidez, seu anacronismo enquanto bandeiras contestatórias (que outrora foram, em boa parte, justas) e se tornam obsoletas juntamente com aquilo que lhe é subjacente: a sociedade do valor!           
A sociedade do valor, que é a sociedade do macho por excelência, sucumbe atualmente pelos seus próprios fundamentos contraditórios, e com ela sucumbe, também, o mundo do macho. 

Assim, já não cabe à mulher reivindicar direitos do macho e  reproduzir a sua dominação negativa substituindo-o nesse odioso papel, mas negar o próprio poder social de um gênero sobre o outro, superando radicalmente todos os construtos sociais do capital por uma nova forma de relação social, omnidimensional

Por Dalton Rosado
Neste deprimente período de avanço do pensamento conservador, uma suicida e ditatorial fuga pra frente, cabe ao movimento feminista, como aos demais movimentos sociais, tomar as praças e ruas com suas bandeiras emancipacionistas, que devem consistir na negação de todos os construtos do capital.

Diante da perspectiva do medo, não se deve ter medo de nada!

sábado, 18 de novembro de 2017

A DIFÍCIL VIDA DO BRANCO, HETERO E RICO

Por Eduardo Mahon 
O Ives Gandra não é negro, nem homossexual, nem índio, nem sem-terra e pergunta como vai fazer para viver no Brasil nos dias atuais.

Alega o renomado tributarista que, de certo modo, virou minoria. Por um momento, fiquei com pena de Ives Gandra.

Ele, coitado, é mesmo franca minoria em nosso país. Está confortavelmente instalado em três andares inteiros na Alameda Jaú, Cerqueira César, num dos bairros mais refinados de São Paulo.

Não é para qualquer um. Trata-se de 0,001% da população. Como será aguenta viver nos Jardins? É quase impossível!

Sendo branco, advogado, católico, professor aposentado, presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomércio de São Paulo, estou emocionado com as condições deploráveis de vida deste reles pagador de tributos.

Até eu quero saber: como é que um cidadão como Ives Gandra Martins consegue viver no Brasil? 

No Brasil, de acordo com o IBGE, mesmo com a política de cotas, 13% de jovens negros chegam às universidades, um escândalo para Ives Gandra Martins.

É um absurdo que pretos e pobres tenham tanto espaço, tantas vagas, sejam tratados de forma mais benéfica, na visão do causídico que se desespera vivendo nesse regime opressor tupiniquim 
Gandra não sabe como viver num país como o Brasil atual

É menos da metade que os pobres brancos que não têm a menor condição de cursar medicina, por exemplo, um curso em que 98% do corpo discente é composto pela minoria de Ives Gandra, ou seja, brancos.

Já os pobres – ah, os pobres, sempre atrapalhando a riqueza nacional! – somam 8,3% dos estudantes universitários nas instituições públicas de ensino superior, e ficam com 4% das vagas nas faculdades particulares.

É um absurdo que pretos e pobres tenham tanto espaço, tantas vagas, sejam tratados de forma mais benéfica, na visão do causídico que se desespera vivendo neste regime opressor tupiniquim.

Na visão de Ives Gandra, ser índio no Brasil é morar num paraíso. De cada 1000 crianças indígenas, 50 morrem antes de completar um ano de vida, 100% mais do que a média nacional.

Do alto dos três andares do escritório na Cerqueira César, Ives reclama que os índios estão com uma porção de terra absolutamente desproporcional ao número de habitantes que sobraram nas aldeias.

Segundo o banco de dados do SUS, 55% das mortes por desnutrição ocorrem entre índios. 

Na visão do emérito professor Ives Gandra Martins, é provável que esses índios morram porque não querem comer. E, talvez, diga ele que são pobres – sim, são os cidadãos mais pobres do país – porque decidiram viver na extrema miséria.
Nós não sabemos como conviver com alguém como ele num mesmo país
Há de mostrar três ou quatro índios com caminhonete, vivendo nababescamente, enquanto não diz que as tribos passam fome, morrem de diarreia, malária, tuberculose e outros presentes deixados por sociólogos, antropólogos e assemelhados.

A cada ano, morrem 365 gays, lésbicas, bissexuais e travestis. Apenas pela condição sexual, nada mais.

Esse índice faz do Brasil o país que mais violenta sexualmente suas minorias que, na visão de Ives Gandra Martins, é privilegiada por políticas públicas com secretarias, comissões e outros disparates.

Contra as mulheres, são contabilizadas cinco mortes a cada 100 mil, o que coloca o país em quinto no ranking de mais violento.

Especificamente contra mulheres negras, o homicídio subiu 54% nos últimos 10 anos, conforme dados do Ipea. 
2011: paulistanos protestando contra a gente diferenciada.

Num balanço recentemente realizado pela Central de Atendimento à Mulher, em comparação a 2014, houve aumento de: 44,74% no número de relatos de violência, 325% de cárcere privado (média de 11,8/dia), 129% de violência sexual (média de 9,53/dia), 151% de tráfico de pessoas (média de 29/mês).

O doutor Ives Gandra Martins deve sofrer com algum tipo de síndrome de alheamento. É acometido pelo pensamento simplista de que, quando há trabalho e educação, há prosperidade.

Ocorre que os negros, índios e LGBTs têm 70% menos estudo e, portanto, menos chances no mercado de trabalho. A culpa é deles mesmos  essa gente preguiçosa que vive de bolsas do governo.

Ele deve pensar que gays podem ser gays somente da porta de casa para dentro, pretos devam voltar para a África, assim como índios devam se confinar em aldeias inacessíveis.

Concordo com o professor-doutor: é muito difícil viver no Brasil. Vou além: como é que nós conseguimos conviver com alguém como Ives Gandra Martins num mesmo país?
 .
O autor deste artigo, Eduardo Mahon, é advogado e escritor em Cuiabá.

IVES GANDRA MARTINS TROMBETEIA QUE NÃO É NEGRO, GAY OU ÍNDIO. PERTENCERÁ ELE AO OPUS DEI OU À KU KLUX KLAN?

Quando não está ajudando os podres de ricos a pagarem menos impostos, o advogado tributarista Ives Gandra Martins preenche seu tempo negando ser isto ou aquilo. 

Esquisito, não? Eu, que nunca tive o menor interesse no que ele é, fico tentando imaginar quem se daria ao trabalho de ler suas mal tecladas linhas só para ficar sabendo... o que ele não é! Parece criança tentando chamar atenção.

O certo é que, no artigo que ele escreveu e foi publicado num blog da comunidade luso-brasileira (vide aqui), suas negações vieram trombeteadas até no quilométrico título: Não sou nem negro, nem homossexual, nem índio, nem assaltante, nem guerrilheiro, nem invasor de terras... etc.

O que ele prefere destacar a seu respeito está no primeiro parágrafo: "branco, honesto, professor, advogado, contribuinte, eleitor, hétero". Só que o Gandra alinhavou características comuns a uma imensidão de brasileiros, o que pouco nos serve para formarmos uma imagem mais definida a seu respeito.

Como sou um homem caridoso, perguntei-me como o poderia ajudar. Aí uma busca virtual me revelou que ele pertence a um universo bem menor e muito mais revelador: Gandra é o principal porta-voz do Opus Dei, como se constata, p. ex., no documentário da Rede Viva que coloquei no pé deste texto.

Fazer parte de uma fechadíssima sociedade secreta (dizem até que ele seria o principal dirigente do Opus Dei no Brasil): eis um dado mais substancioso para ficarmos sabendo quem realmente é Ives Gandra Martins.

Temo, contudo, que não sejam muitos os leitores conhecedores do próprio Opus Dei. Vale a pena, para elucidá-los, reproduzir alguns trechos de um longo artigo (vide aqui) do competente jornalista Altamiro Borges:
"O Opus Dei (do latim, Obra de Deus) foi fundado em outubro de 1928, na Espanha, pelo padre Josemaría Escrivá. (...) Preocupado com o avanço das esquerdas no país, este excêntrico religioso, visto pelos amigos de batina como um 'fanático e doente mental', decidiu montar uma organização ultrassecreta para interferir nos rumos da Espanha... 
...Reconhecida oficialmente pelo Vaticano em 1947, esta seita logo se tornou um contraponto ao avanço das ideias progressistas na Igreja. Em 1962, o papa João 23 convocou o Concílio Vaticano II, que marca uma viragem na postura da Igreja, aproximando-a dos anseios populares. No seu fanatismo, Escrivá não acatou a mudança. Criticou o fim da missa rezada em latim, com os padres de costas para os fiéis, e a abolição do Index Librorum Prohibitorum, dogma obscurantista do século 16 que listava livros perigosos e proibia sua leitura pelos fiéis...  
...Josemaría Escrivá faleceu em 1975. Mas o Opus Dei se manteve e adquiriu maior projeção com a guinada direitista do Vaticano a partir da nomeação do papa polonês João Paulo II...
...Além do rigoroso fundamentalismo religioso, o Opus Dei sempre se alinhou aos setores mais direitistas e fascistas. 
Durante a Guerra Civil Espanhola, deflagrada em 1936, Escrivá deu ostensivo apoio ao general golpista Francisco Franco contra o governo republicano legitimamente eleito. Temendo represálias, ele se asilou na embaixada de Honduras (...), antes de fugir para a França. Só retornou à Espanha após a vitória dos golpistas, firmando então sólidos laços com o ditador sanguinário Francisco Franco... 
...Há também fortes indícios de que Josemaría Escrivá nutria simpatias por Adolf Hitler e pelo nazismo. De forma simulada, advogava as ideias racistas e defendia a violência. Na máxima 367 do livro Caminho, ele afirma que seus fiéis 'são belos e inteligentes' e devem olhar os demais como 'inferiores e animais'. Na máxima 643, ensina que a meta 'é ocupar cargos e ser um movimento de domínio mundial'...  
...Pouco antes de morrer, Josemaría Escrivá realizou uma 'peregrinação' pela América Latina. (...) Na região, o Opus Dei apoiou abertamente várias ditaduras.  No Chile, participou do regime terrorista de Augusto Pinochet. O principal ideólogo do ditador, Jaime Guzmá, era membro ativo da seita (...). 
Na Argentina, numerários foram nomeados ministros da ditadura. No Peru, a seita deu sustentação ao corrupto e autoritário Alberto Fujimori. 
Igreja Católica foi cúmplice ou omissa face ao nazismo 
No México, ajudou a eleger como presidente seu antigo aliado, Miguel de La Madri, que extinguiu a secular separação entre o Estado e a Igreja Católica"
Resumindo: não passam de herdeiros de Torquemada pregando um retrocesso ao catolicismo medieval e tudo fazendo para tanger governos ao fascismo, que priorizam a infiltração na grande imprensa e seu controle político-ideológico como meios para atingirem seus objetivos. Os quais, para aqueles (meu caso) a quem Deus foi apresentado como um Deus de amor e não do ódio, parecem muito mais ser obras do diabo

Que tipo de homem é capaz de bater no peito, orgulhando-se de não ser "negro, nem homossexual, nem índio"?! Quem é contemporâneo espiritual do século 21 e não um nostálgico empedernido da intolerância medieval, fica chocado ao constatar a forma rancorosa como Gandra alude ao fato de alguém ter nascido negro, índio ou preferir praticar o amor com pessoas do mesmo sexo (os héteros que não têm fixação por tais ninharias simplesmente concordam com o belo verso de Caetano Veloso, "qualquer maneira de amor vale a pena").

E o que têm a ver tais posturas repulsivamente preconceituosas com os ensinamentos do próprio catolicismo, afinal? Se negros e índios fossem mesmo o cocô do cavalo do bandido, por que Deus os teria criado? 
Opus Dei teve forte influência nos regimes de Franco e Pinochet
Os pretensos executantes da obra de Deus parecem, isto sim, estar querendo corrigi-la. Vale lembrar que São Tomás de Aquino considerava a soberba como o pior dos sete pecados capitais...

[É curioso que o racismo explícito, assinado e com firma reconhecida do chefão do Opus Dei tenha, nas redes sociais, provocado grita infinitamente inferior à desqualificação furibunda de William Waack sob o pretexto de haver feito um gracejo de mau gosto para os colegas no ambiente de trabalho, sem nenhuma intenção de torná-lo público. A que se deverá uma disparidade tão paradoxal nas reações aos dois episódios?]

Quanto às outras negações do Gandra, eu fui guerrilheiro e tenho muito orgulho de haver confrontado uma tirania odiosa e sanguinária; não hesitaria um segundo em ajudar a invadir latifúndios e terras improdutivas para que famílias pobres tivessem onde morar e trabalhar; e, mesmo não me agradando a ideia de ser um assaltante, ainda preferiria tal opção a ser um dirigente do Opus Dei.

Este documentário sobre o Opus Dei é meramente apologético, então nem me 
preocupei em postar suas outras 5 partes, que podem ser encontradas
com facilidade no Youtube. Meu  objetivo foi apenas o de mostrar 
o Gandra cumprindo seu papel de porta-voz do Opus Dei.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

IRMÃ VAI LANÇAR LIVRO SOBRE BELCHIOR E QUER TIRAR BIOGRAFIA INDEPENDENTE DE CIRCULAÇÃO. RESERVA DE MERCADO?

Por Celso Lungaretti
Considero patético e repulsivo quando qualquer cidadão ou cidadã presumivelmente de esquerda, seja lá com que justificativa for, apoia alguma forma de censura. Depois de tudo por que passamos na última ditadura, deveríamos ser os últimos a abrir frestas para a volta das tesouras malditas.

Pior ainda é uma iniciativa deste tipo estar partindo de uma irmã do Belchior que tem conflito de interesses com o autor da biografia já lançada do cantor cearense: ela também redigiu uma biografia do Belchior, que vai chegar às livrarias no ano que vem.

Mesmo admitindo que, neste caso específico, o motivo da mana seja apenas e tão-somente a sincera indignação com o que se escreveu sobre o mano, sua eventual vitória legal abriria um precedente pra lá de nefasto, podendo ser depois utilizada com o objetivo de detonar concorrentes.

O veterano jornalista Jânio de Freitas, há quatro anos, já esgotou o assunto:

"...todos os que defendem a exigência de autorização aos biógrafos dizem não estar defendendo censura. Querem o predomínio, sobre a liberdade constitucional de expressão e informação, dos artigos do Código Civil que permitem impedir biografias contrárias à honra ou à imagem.

Para sabê-lo, porém, só lendo a biografia antes, para aceitá-la ou vetar a publicação. E censura é precisamente isso, nem mais nem menos..." 

CALA A BOCA JÁ MORREU

Por Ruy Castro
Há alguns anos, com seu histórico voto de cala a boca já morreu, a ministra Cármen Lúcia, do STF, parecia ter encerrado a discussão sobre as biografias produzidas no Brasil, garantindo-lhes a independência. 

Pois eis que, de repente, as forças obscurantistas voltam ao ataque. Uma irmã do cantor e compositor cearense Belchior (1946-2017) insurge-se contra o livro do jornalista Jotabê Medeiros, Apenas um rapaz latino-americano, biografia do artista lançada há pouco pela editora Todavia.

Como sempre, o livro de Medeiros é "mentiroso", "cheio de erros" e "ofensivo à honra de Belchior e de sua família". É normal —as famílias, que julgam saber tudo sobre seus parentes ilustres, sempre se surpreendem com as revelações levantadas pelos biógrafos. 

Até há pouco, a lei as autorizava a ir aos tribunais e tentar tirar um livro de circulação. Em 1995, conseguiram com que Estrela solitária, minha biografia de Garrincha, passasse um ano proibida; e, em 2006, baniram para sempre Roberto Carlos em detalhes, de Paulo Cesar Araújo.
Chico Buarque em 2013: "Pai, aproxima de mim esse cálice..."

Só que, do voto de Cármen Lúcia para cá, nenhum autor é obrigado mais a pedir a autorização de ninguém para biografar quem quer que seja e, se o biografado ou sua família não gostar do resultado, que processe o autor e tire-lhe as calças —mas o livro não poderá ser proibido de circular.

Ângela Belchior, a dita irmã, é socióloga, uma mulher instruída. Mas sua declaração, "Nosso objetivo é tirar o livro de circulação, estamos tomando providências", não faz jus a seus títulos. Cármen Lúcia nela. Não por coincidência, Ângela está escrevendo seu próprio livro sobre o irmão, a sair em 2018.

Ótimo, e boa sorte para esse livro. Mas o de Jotabê Medeiros, que não li e já gostei, não pode ser tocado, a não ser por quem vá às livrarias e compre um exemplar. 

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

CORINTHIANO SIM. POR QUE NÃO?

Meu post antecipando o heptacampeonato surpreendeu um comentarista: ele não me supunha corinthiano. Isto me levou a pensar um pouco sobre os 63 anos em que o sou – sem jamais tê-lo ocultado, aliás. 

Acabei redigindo estas mal digitadas linhas, sobre os recuerdos de uma relação que ora foi de amor, ora de indiferença (nas fases em que praticou futebol horroroso, como quando Mário Sérgio era o técnico), mas nunca de desprezo pela paixão ingênua de um povo que tanto carece de gratificações. 

Meu pai perdeu o dele aos 10 anos. Era um italiano imponente, que só vi numa foto mofada, com traje de caçador. Viera ao Brasil para comandar uma tecelagem no Rio de Janeiro, de forma que Papai só veio conhecer o futebol paulista depois que minha avó, ao enviuvar, teve de mudar-se com a filharada para São Paulo, onde tinha parentes que a ajudariam.

Daí ter sido bem tênue sua ligação afetiva com a Itália. Nem sequer se tornou torcedor do time da colônia italiana, o Palmeiras. Talvez por trabalhar em fábrica desde os 11 anos, escolheu o que representava os operários, os baianos e toda a gente humilde: o mosqueteiro Corinthians, que, como os de Dumas, travava duelos desiguais com os poderosos e muitas vezes os vencia.

Quando eu acabava de completar quatro anos, a molecada da rua me perguntou para qual time torcia. Nunca pensara nisto, mas achei que ficaria diminuído se não apontasse algum. Disse Corinthians, talvez por influência do meu pai, talvez por causa do título recente, de campeão paulista de 1954. Meio por acaso, fiz a escolha mais apropriada para o homem que eu me tornaria: um defensor das causas do povo.
O jogo que pôs fim a 11 anos de humilhações

Minhas lembranças corinthianas seguintes são do ano de 1960. Em março, num sábado à noite em que os avós maternos estavam viajando, Papai me levou para assistir na TV deles, casa vazia, um Corinthians e Portuguesa de Desportos sem grande importância. O baiano Zague, que seria lembrado como artilheiro dos gols espíritas, marcaria um aos 15 segundos (!) de jogo e outro, mais prosaico, no 2º tempo. 2x1.

No último dia de julho, um domingo, acompanhei-o no seu bico de fim-de-semana: recolher apostas nas corridas de cavalo, também na casa do meu avô. Os apostadores eram vizinhos e amigos, passavam a tarde lá, bebendo, jogando cartas, assistindo aos páreos que passavam na TV Paulista, canal 5. No resto do tempo, futebol na TV Record, canal 7. 
Rivelino comandou uma virada inesquecível sobre o Palmeiras em 1971

Jogavam o poderoso Santos e o frágil Corinthians na Vila Belmiro. Pelé marcara para o Santos. Aí, aos 20' do 2º tempo, um escanteio foi cobrado na direção da meia-lua da área santista e o veterano Luizinho empatou, acertando belíssimo sem-pulo. Eu, que nunca vira um deles, fiquei maravilhado. 

Nenhum dos que estavam entretidos com as novidades do hipódromo e com o baralho percebeu. Contei e não acreditaram. Aí, quando anunciaram o placar na transmissão, alguém comentou: "É não é que o garoto estava certo?!". Fiquei inchado de orgulho.

O castigo veio na partida seguinte, que eu escutei pelo rádio: numa tarde de 4ª feira, no estádio corinthiano (a fazendinha), o Jabaquara ganhou de 3x2, selando a sorte do inesquecível goleiro Gylmar dos Santos Neves. 
Guerreiros de Osvaldo Brandão tiram o Corinthians da fila, enfim! 

O time praiano tinha um cobrador de faltas especialista, Hélio, que no 1º tempo fez 2x0 encobrindo a barreira corinthiana. Os donos da casa suaram sangue e empataram. Aí, aos 39' do 2º tempo, nova falta. Gylmar, para não ser atrapalhado pela barreira, mandou abrir. Só que o Hélio, ao invés de um chute colocado, desferiu um petardo indefensável. 

Como Gylmar tinha proposta do Santos, a torcida concluiu que ele jogara desinteressado e o hostilizou. Tal injustiça foi a pá de cal para ele tomar a decisão de mudar de ares.

O primeiro jogo do Corinthians a que eu assisti no estádio foi um dérbi no Pacaembu, pouco antes de completar 14 anos. Fui com um colega do ginásio, palmeirense, pegando um ônibus da Mooca até o centro velho, depois a linha especial para torcedores no vale do Anhangabaú. Chegamos tarde e só conseguimos um lugar na geral, atrás de um dos gols, sendo obrigados a ficar na ponta dos pés o tempo todo. Para piorar, desabava a maior chuvarada.
Flamengo goleado: foi o canto do cisne do time da democracia.

O Corinthians, com uma equipe bem inferior à do Palmeiras, marcou um gol de pênalti no comecinho da partida e sustentou o bombardeio adversário pelos 83 minutos restantes. A dificuldade para voltar foi maior ainda, tivemos de caminhar pela avenida Pacaembu até conseguirmos pegar um ônibus que não estivesse transbordando de passageiros. Mesmo assim, valeu a pena.

Foi também no ano maldito de 1964 que tive grande esperança de ver o Corinthians sair da fila que já durava uma década. Faltando quatro rodadas para o encerramento do Campeonato Paulista, estava em 1º lugar, dois pontos à frente do Santos (vitória naquele tempo só valia dois), mas com três clássicos pela frente.
A promessa solene de um jogador maior do que o futebol

Fui assistir ao primeiro e saí com a cabeça inchada: derrota por 4x2 diante da Portuguesa de Desportos. De positiva, só a recordação de que choveu e muitos torcedores sentaram sobre jornais para não molhar o traseiro. A chuva acabou e os que estavam em cima começaram a atirar as folhas molhadas, que grudavam nas costas dos que estavam em baixo. Estes devolviam para cima, como nas guerras de torta dos filmes de pastelão.

Torcedores dos dois clubes misturando-se nos mesmos espaços, rindo e brincando como crianças, sem altercações. Disto para as torcidas únicas nos clássicos de hoje, que terrível retrocesso! Parece que recuamos um milênio.
1990: 1x0 no São Paulo garantiu o 1º dos 7 títulos do Brasileirão.

No fim de semana seguinte, desconfiei que perderíamos do Palmeiras e tomei a sábia decisão de ficar em casa: aproveitando o desfalque do lateral-esquerdo Oreco, o ponta Gildo deitou e rolou, abrindo caminho para três gols do Servílio: 4x1.

Finalmente, o clássico decisivo com o Santos, num sábado à tarde no Pacaembu. Fui com um grande amigo corinthiano, chegamos cedinho e ele tinha grana para bancar ingressos de arquibancada. 

A preliminar foi fantástica, decisão do campeonato de aspirantes, com o Corinthians enfiando 6x3 no Palmeiras. O melhor jogador logo em seguida ascenderia à equipe principal, era um tal de Roberto Rivelino... 
No Mundial de 2000, um jogo inesquecível contra o Real Madrid.

Até aí, tudo ia bem demais. Depois, o caldo entornou. Mesmo lutando como leões, os titulares perderam do Santos por 7x4, com Pelé (fez quatro gols) e Coutinho (três) em tarde infernal. Só aguentamos ficar até o 5x2. Saímos chutando latas de lixo.

Outros interesses foram então me absorvendo. Em março de 1968, p. ex., como eu estava todo voltado para o movimento estudantil, foi só pela TV que eu vi o Corinthians quebrar um tabu de 11 anos e 22 partidas pelo Campeonato Paulista, derrotando o Santos por 2x0, numa partida disputada com portões abertos no estádio do Pacaembu (em razão de não terem sido reembolsados os pagantes do jogo na Vila Belmiro, interrompido no 1º tempo por causa do desabamento de uma arquibancada).
Goleada histórica sobre o Santos em 2005 foi o troco pelo tabu

Vieram a luta armada, a prisão, o tempo que passei numa comunidade alternativa recuperando-me dos traumas e descarregando as frustrações. Só voltei a me interessar pelo futebol em 1977, quando um Corinthians mais guerreiro do que brilhante afinal voltou a ser campeão paulista, depois de uma agonia de 23 anos. Valeu pelo desafogo.

A contratação do Sócrates me chamou de volta para os estádios. Eu já passara da fase de obcecado por vitórias a qualquer preço, queria é ver meu time dando show de bola. A técnica refinada e a inteligência do doutor na leitura das jogadas se evidenciavam muito mais com a visão do todo do que com os focos limitados das tevês antigas. 
Volta à divisão de elite em 2008 iniciou o atual circulo virtuoso

Foram gloriosas as duplas por ele formadas com o Palhinha e depois com o Casagrande. E que cracaço era o Zenon! Um jogador sutil e cerebral como o Jadson, mas muito superior nas cobranças de faltas, cheias de veneno.

Foi quando assisti no Morumbi um partida de sonhos, pelas quartas-de-final do Campeonato Brasileiro de 1984. Depois de perder do grande time do Flamengo por 2x0 no Maracanã e apesar da descrença generalizada de que pudesse tirar tal desvantagem, o Corinthians, que tinha a vantagem do emparte, cumpriu a tarefa já no 1º tempo, depois fechou a fatura em 4x1. Eu não sabia, mas estava vendo um canto do cisne.
Dois anos após seu centenário, o Corinthians conquistou a América...

Com a democracia corinthiana, uma alternativa ao mandonismo da repulsiva cartolagem  (e afinada com a luta política pela redemocratização do País!), duas das minhas grandes paixões se encontraram. Vibrei quando, numa manifestação pelas diretas-já no Vale do Anhangabaú, situado a uns 20 metros do palco, vi e ouvi Sócrates prometer que, se a Emenda Dante de Oliveira fosse aprovada pelo Congresso Nacional, ele recusaria a oferta milionária da Fiorentina e ficaria aqui para ajudar-nos a reconstruir o Brasil. 

Os canalhas que fizeram o País sair da ditadura pela porta dos fundos, contribuíram também para decretar o fim de um dos períodos mais belos da história corinthiana.
...e o mundo (num dia em que o Cássio pegou até pensamento!).

Vieram os reinados de Neto e de Marcelinho Carioca, a supremacia que o Corinthians assumiu no Campeonato Brasileiro das duas últimas décadas, as maiores conquistas em sua trajetória secular (a Libertadores e o Mundial de 2012)... 

Mas, o Corinthians passou a se caracterizar principalmente pela força coletiva, processo que acaba de chegar ao auge na conquista de 2017: nunca houve uma disparidade tão acentuada entre a excelência da maioria dos resultados alcançados e o que se poderia esperar de um elenco pouco mais do que mediano. O conjunto ultrapassa em muito a soma das partes.

Tanto que, mais do que o artilheiro renascido das cinzas Jô, a maioria da imprensa encara acertadamente o técnico Fábio Carile como o principal responsável pelo título.
A apoteose da esnobada quarta força do futebol paulista

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

SEM GRANDES CRAQUES, O MOSQUETEIRO PAULISTANO FEZ VALER O CONCEITO DE "UM POR TODOS, TODOS POR UM"

A selfie do improvável herói Romero
O Corinthians, com a grande revelação de técnico dos últimos anos (Fábio Carille), alguns bons jogadores (Cássio, Fagner, Pablo, Balbuena, Arana, Jô) e outros medianos, sem substitutos à altura na maioria das posições em função de suas dificuldades financeiras, é o virtual campeão brasileiro de 2017, ampliando sua dianteira como maior vencedor da principal competição de clubes do nosso país em seus 46 anos de existência.

[Restam-lhe quatro partidas a disputar e o Corinthians fechará a fatura do heptacampeonato com vitória em apenas uma delas, três empates ou perdas de pontos do Grêmio e do Palmeiras.]

Não sei se é pra rir ou pra chorar. Plasticamente, o futebol da temporada atual terá sido o pior dos sete títulos conquistados. Mesmo assim, contando com um elenco muito unido em torno do seu treinador, um esquema de jogo bem definido e invejável disciplina tática, o conjunto corinthiano conseguiu superar em muito a soma das individualidades. A ponto de fechar o 1º turno com incríveis 14 vitórias e 5 empates.

E, meio por acaso, o triunfo do alvinegro paulistano calou a boca dos retrógrados e toscos cartolas, o que me deixou muito contente.

Primeiramente, porque o auxiliar-técnico Carille já assumira duas vezes o comando da equipe em emergências, sendo logo trocado por qualquer profissional renomado. Às vésperas do último Natal ele recebeu a terceira chance, simplesmente porque os preferidos sondados não aceitaram o desafio. Resultado: conquistou o Campeonato Paulista e só uma catástrofe impedirá que agora repita a dose com o Brasileiro. 
O Corinthians começou a vencer o clássico decisivo neste treino da véspera

Está na hora de apostarmos em novos valores, ao invés de insistir  com os Luxemburgos e Cucas de sempre, que têm relutância ou dificuldade em seguir as evoluções estratégicas e táticas do futebol mundial, hoje mais do que nunca determinantes do sucesso ou fracasso.

O segundo episódio ocorreu quando o Corinthians fazia um mau 2º turno e um cartola que deve ser eleitor do Bolsonaro autorizou integrantes das hordas organizadas a irem ameaçar e intimidar os jogadores quando estes deveriam é estar se preparando para melhorar seu desempenho no gramado.

Resultado: o Corinthians perdeu do fraco time da Ponte Preta, seriamente ameaçado de rebaixamento. E o Palmeiras, com seu elenco milionário, aproximou-se perigosamente na tabela.

No domingo seguinte, em Itaquera, ambos se enfrentariam numa partida que praticamente decidiria o título: vencendo, o Palmeiras ficaria apenas dois pontos atrás, com a moral lá no alto. Tudo leva a crer que, nos seis jogos restantes, concretizaria a virada.

Na véspera, o treino da timão foi prestigiado por uns 35 mil torcedores, que foram levar seu incentivo e carinho aos jogadores. Coisa rara, que emocionou até os veteranos. 

Aí, o que se viu foi o Corinthians entrar em campo matando a pau: enfiou 3x1 no Palmeiras na etapa inicial e administrou a vitória no segundo tempo.

Porque gado a gente marca, tange, ferra, engorda e mata, mas com gente é diferente, obtém-se resultados bem melhores com o afago do que com a chicotada.

UNS CAÇADORES DE BRUXAS PERSEGUEM O WAACK, OUTROS O ZÉ DIRCEU. NAS REDES SOCIAIS E NA MÍDIA, O ÓDIO TRANSBORDA!

Toque do editor
Intolerância do lado de cá, intolerância do lado de lá.

Enquanto um gracejo de mau gosto do William Waack, trombeteado aos quatro ventos por um patético aprendiz de araponga, deu pretexto para um dos piores linchamentos morais já perpetrados nas redes sociais, o Zé Dirceu teve sua privacidade invadida por repórteres do Estadão, que tiveram acesso a uma filmagem de celular e a divulgaram sem pudor na forma de vídeo e de fotos, juntamente com um texto que é um primor de furor persecutório e má fé jornalística:
"O aniversário da mulher do ex-ministro José Dirceu (Casa Civil – Governo Lula), em Brasília, teve animação e muito samba no pé. Durante a festa, o petista, condenado na Operação Lava Jato, dançou ao lado da mulher, rodeado de amigos e encontrou o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT), condenado no Mensalão e anistiado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Desde maio, quando foi colocado em liberdade pela Corte máxima, Dirceu cumpre medidas cautelares impostas pelo juiz federal Sérgio Moro. Uma delas, o uso de tornozeleira eletrônica.
José Dirceu foi sentenciado pelo magistrado em duas ações penais da Lava Jato. Em uma delas a 20 anos e 10 meses de prisão por corrupção, lavagem e de pertinência a organização criminosa. Esta condenação já foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) – corte de apelação dos casos da Lava Jato, no Paraná , que elevou a pena para 30 anos e nove meses de prisão.
Em outro processo, o petista pegou 11 anos e 3 meses de prisão. Neste, Dirceu foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro por R$ 2,1 milhões em propinas para favorecer a contratação da empresa Apolo Tubulars pela Petrobrás por meio da diretoria de Serviços, cota do PT no esquema de corrupção da estatal, entre 2009 e 2012.
O advogado Roberto Podval informou que o ex-ministro José Dirceu estava no aniversário da mulher. “Ele está em liberdade e tem o direito de comemorar".
A pergunta que não quer calar: o que tem a ver a situação processual do Zé Dirceu, tão exaustivamente repisada, com o fato de, estando em liberdade neste instante por decisão da própria Justiça e podendo brevemente voltar à prisão, comemorar uma data familiar festiva sem nenhum alarde, salvo o que a própria notícia acabou provocando?
Related Posts with Thumbnails

ARQUIVO

NUVEM DE TAGS

#naovaitercopa 12 anos de escravidão 16 de abril 1929 1968 1984 1ª Guerra Mundial 1º de maio 2ª Guerra Mundial 3º mandato 6º Congresso Nacional do PT 7 de setembro A Barca do Sol A Internacional A Marselhesa A Tribuna da Imprensa A Verdade Sufocada Abap Abel Ferrara Abílio Diniz Abin aborto Abradic Abraham Lincoln Abreu Sodré abstenção aburguesamento abuso de autoridade abuso de poder abuso de poder econômico Academia de Agulhas Negras ACM Acnur acordão acordão salva-políticos Acordo de Paris Adail Ivan de Lemos Adalto Alves Adam Smith Adhemar de Barros Adib Jatene Adidas administração de crises Adolf Eichmann Adolf Hitler Adolfo Pérez Esquivel Adoniran Barbosa Adriana Tanese Nogueira Adriano Diogo Aécio Neves Aedes aegypti AES Eletropaulo Afeganistão Afonsinho Africa África do Sul Agatha Christie Agência Estado Agenda Brasil agio agiotagem agiotas Agnelo Queiroz agnotologia Agora São Paulo Agostinho dos Santos agronegócio agrotóxicos AGU AI-5 aiatolá Khomeini AIG ajuste fiscal ajuste recessivo Al Capone Al Pacino Al Qaeda Aladino Félix Alain Delon Alain Prost Alain Resnais Alain Tanner Alan Parker Alan Woods Albert Camus Albert Einstein Albert Speer Alberto Dines Alberto Fujimori Alberto Goldman Alberto Helena Jr. Alberto Piovesan Alberto Torregiani Alberto Youssef Alceu Valença Alcides Gerardi Alcione Aldemir Bendine Aldo Moro Aldo Rebello Aldo Rebelo Aldous Huxley Aleister Crowley Além da Imaginação Alemanha alerta Alex Silveira Alexander Soljenítsin Alexandre de Moraes Alexandre Dumas Alexandre Frota Alexandre Magno Alexandre Nardoni Alexandre Padilha Alexandre Tombini Alexandre Vannuchi Leme Alexandrino Alencar Alexis de Tocqueville Alexis Tsipras Alfredo Sirkis Alfredo Stroessner Ali Kamel Alice Cooper Almeida Garrett Almir Ribeiro ALN Aloízio Mercadante Aloysio Nunes alterações climáticas Aluízio Palmar Alvarenga e Ranchinho Alvaro Dias Alvaro Uribe Amaral Netto Amazonas Américo Fontenelle Amicus Ana Corbisier Ana Helena Tavares Ana Luíza Anai Caproni anarquismo Anatoly Karpov Anderson Silva Andre Agassi André Esteves André Lara Resende André Mauro Andre Ristum André Singer Andrea Matarazzo Andrea Neves Andrea Pirlo Andrei Konchalovsky Andrés Iniesta Andrés Sanchez Andy Murray Andy Warhol Angel Parra Angela Davis Ângela Maria Angela Merkel Angelino Alfano Ângelo Goulart Villela Angelo Longaretti Angra Anibal Barca anistia Anistia Internacional Anita Garibaldi Anita Leocadia Aniz Abraão David Annie Girardot ano novo Anões do Orçamento anos de chumbo Ansa Anselm Jappe Anselmo Duarte Anthony Garotinho Anthony Hopkins Anthony Quinn Antígone Antoine Lavoisier Antonio Cabrera Antonio Claudio Mariz de Oliveira Antônio Conselheiro Antonio De Salvo Antônio Fernando Moreira Antonio Ferreira Pinto Antonio Gades Antonio Gaudi Antonio Gramsci Antonio Hamilton Mourão Antônio Nássara Antonio Negri Antonio Nogueira da Silva Filho Antonio Palocci Antonio Patriota Antônio Prado Antonio Prestes de Paula Antônio Ribas Antonio Roberto Espinosa Antônio Roberto Espinosa Antuerpio Pettersen Filho Ao Pé do Muro Aparício Torelly apartheid apartheid social APCF apedrejamento Apeoesp Apocalypse Now Apollo Natali Apolônio de Carvalho aposentadoria aquecimento global Arábia Saudita Araguaia arapongas arbitrio arbítrio Arembepe Arena Argentina Ariano Suassuna Aristides Baltas Aristóteles armamentismo Armand Assante Armando Monteiro armas químicas Arnaldo Bloch Arnaldo Dias Baptista Arnaldo Jabor Arrigo Barnabé arrocho fiscal arrocho recessivo Art Garfunkel artes marciais Arthur C. Clarke Arthur Chioro Arthur José Poerner Arthur Penn Arthur Soffiati Arthur Vannucci Ary Toledo asilo político Assembléia Constituinte Ássis Chateaubriand Assis Valente Atahaulpa Yupanqui Atahualpa Yupanqui atentado à liberdade de expressão atentado à liberdade de opinião atentado de Bolonha atentado de Saravejo atentado do Riocentro atentado do WTC Átila Atlético Mineiro Augusto Boal Augusto dos Anjos Augusto Nunes Augusto Pinochet Auriluz Pires Siqueira automobilismo autoritarismo Ayres Britto Ayrton Senna Aziz Ab´Sáber B. B. King Baby Doc Duvalier Baden Powell bafômetro Baggio Baia dos Porcos bairro da Mooca bairro do Bixiga Bajonas Teixeira de Brito Jr. Baltasar Garzón Ban Ki-moon Banco Central Banco Santos bancos Banda de pau e corda Barack Obama Barão de Coubertin barbárie Barcelona barriga jornalística Bartolomeo Vanzetti Bartolomeu Lourenço de Gusmão Baruch Espinosa Bashar al-Assad basquete Batalha de Itararé Bateau Mouche Batman Baú do Celsão Bauru BBB BBC Brasil BBC History Channel beagles Beatles Beatriz Kushnir bebê-diabo Beija-Flor de Niilópolis Bela Lugosi Belchior Ben Kingsley Benito Di Paula Benito Mussolini Benjamin Franklin Bento XVI Bernard Fresson Bernardo Bertolucci Bernardo Mello Franco Bernie Sanders Bertold Brecht Bertold Brecht besteirol Bete Mendes Beth Carvalho Betinho Betinho Duarte Beto Richa Bibi Andersson Bíblia bicicletas Biggs Bill Ayers Bill Clinton Billy Blanco Billy the Kid Billy Wilder bingos biodiversidade biografias não autorizadas Biro-Biro bisbilhotice Bispo Fernandes Sardinha black blocs Black Friday blitzkrieg blog Os Divergentes blogosfera blogue de resistência blogueiro blogues blogues governistas blues BNDES boate Kiss Bob Dylan Bob Woodward Bobby Sands Bocage boimate bolchevismo Bolívia Bolsa Família bolsa-agronegócio bolsa-banqueiro bolsa-empresário Bom Senso FC bombas de fragmentação bombeiros boneco Pixuleco Bonifácio de Andrada Boris Casoy Boris Karloff bossa nova Botafogo de Futebol e Regatas Bovespa boxe Bradesco Bradley Manning Bram Stoker Brasil Brasil 247 Brasil Colônia Brasil: Nunca Mais Breno Altman Brexit Brics Brigadas Vermelhas brigadeiro Eduardo Gomes Brigitte Bardot Brilhante Ustra Bruce Lee Bruno Andrade Góis da Silva Bruno Carazza dos Santos Bund Cabo Anselmo Cabo Bruno cabo Povorelli Cabral caça às bruxas Cacá Diegues Cacareco Cacaso Caco Caco Barcellos Caco Barcelos Caetano Veloso Caio Prado Jr. Caio Silva de Souza caixa 2 Caixa Econômica Federal Câmara Federal Camargo Corrêa Camboja Camili Cienfuegos Camões Campeonato Brasileiro Campo Salles câncer candomblé cangaço Cansei Cantata Santa Maria de Iquique Capinam capitalismo capitalismo de estado capitão Augusto Sampaio de Oliveira Capitão Guimarães Caravaggio Cardeal de Richelieu Carl Bernstein Carl von Clausewitz Carla Jiménez Carlinhos Cachoeira Carlito Tevez Carlo Collodi Carlo Puerto Carlos Alberto Parreira Carlos Amarilla Carlos Brickmann Carlos Câmara Pestano Carlos Castañeda Carlos Chagas Carlos Drummond de Andrade Carlos Eugênio da Paz Carlos Fernando dos Santos Lima Carlos Franklin da Paixão Araújo Carlos Franklin Paixão de Araújo Carlos Galhardo Carlos Gardel Carlos Giannazi Carlos Góes Carlos Heitor Cony Carlos Lacerda Carlos Lamarca Carlos Lungarzo Carlos Lyra Carlos Marighella Carlos Pitta Carlos Reichenbach Carlos Saura Carmen Lúcia Carmen Miranda Carnaval Carrefour Carta ao Povo Brasileiro Carta aos Brasileiros Carta Capital CartaCapital cartolagem cartunismo Carvalho Pinto Casa da Morte de Petrópolis Casagrande casamento civil igualitário Caso Dreyfus Caso Ferreirinha Caso Isabella Caso Proconsult Caso Santo André Caso Watergate cassação Cassius Marcellus Clay Castello Branco Castro Alves Catalunha Catulo da Paixão Cearense Cauby Peixoto Cazuza CBF CBF. Fifa CCC CDDPH CDHM Ceará Cecília Meireles celibato Celso Amorim Celso Bandeira de Mello Celso da Rocha Miranda Celso Daniel Celso de Mello Celso Furtado Celso Luiz Pinho Celso Lungaretti Celso Pitta Celso Rocha de Barros Celso Russomanno celulares censura Cesar Benjamin César Roldão Vieira Cesare Battisti cesárea Cezar Peluso CGU chacina de Ribeirão Pires chacinas Chael Charles Schreier Chapecoense charlatanismo Charles Bronson Charles Chibana Charles De Gaulle Charles Dickens Charles Elbrick Charles Fourrier Charles Gordon Charles Manson Charles Perrault Charles Schultz Charlie Chaplin Charlie Hebdo Chaves Che Guevara Chernobil Chico Anysio Chico Buarque Chico de Assis Chico Lopes Chico Mendes Chico Whitaker chikungunya Chile China Chiquinha Gonzaga Choi Soon-il Chris Weidman Christian Fittipaldi Christine Lagarde Christopher Lee Chuck Berry Chung Mong-joon CIA Cícero Cícero Araújo ciclovias Cid Gomes Cidadão Kane cine Belas Artes Cinecittà cinema cinema marginal circuitos marginais Ciro Gomes Cisjordânia civilidade Clara Nunes Clarice Linspector classe média Claude Chabrol Claude Levy Strauss Claude Monet Claudia Cardinale Claudio Abramo Cláudio Antônio Guerra Claudio Carsughi Cláudio Humberto Claudio Julio Tognolli Cláudio Lembo Cláudio Marques cláusula de barreira Clécio Luís Clint Eastwood Clive Barker Clóvis Rossi clube Hebraica Clube Militar CMI CNBB CNE CNI CNJ cobaias cobaias humanas Código Hays colégios militares Colina Colômbia Colônia Cecília colonialismo Comissão da Verdade Comissão de Anistia Comissão de Direitos Humanos Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos Comissão Interamericana de Direitos Humanos complô Comuna de Paris Comunidades Eclesiais de Base comunismo comunismo primitivo Conan Doyle Conare Conceição Costa Neves Conceição Lemes conciliação de classes Condepe Congresso em Foco Congresso Nacional conspiração constrangimento ilegal consulta popular Conte Lopes contestação conto contos da carochinha contracultura Contran convênios médicos Convergência Socialista convulsão social Coojornal Copa das Confederações Copa Davis Copa do Mundo Coréia do Norte Coréia do Sul Corinthians Cornel West Coronel Telhada Coronel Ubiratan coronelismo Correio da Manhã Correios corrupção Corte Interamericana de Direitos Humanos Corumbá Cosa Nostra Costa Concordia Costa e Silva Costa-Gravas cotas raciais Cotonifício Crespi country music Coutinho CPC da UNE CPEM CPI CPI da Petrobrás CPI do Cachoeira CPI dos Bingos CPMF crack cracolândia Cream Crefisa crime contra a humanidade crime do colarinho branco Criméia Almeida crimes de guerra crise da subprime crise dos mísseis cubanos crise hídrica Cristiano Machado Cristiano Ronaldo Cristina Hoyos Cristina Kirchner Cristovam Buarque Cristóvão Colombo crítica e autocrítica Crítica Radical crônica Cuba curandeirismo Curió CUT Cya Teixeira d. Agnelo Rossi D. Aloísio Lorscheider D. Flávio Cappio D. Helder Câmara D. Paulo Evaristo Arns D. Pedro Casaldáliga D. Pedro I D. Waldyr Calheiros Dª Solange Dagobah Dalmo Dallari Dalmo de Abreu Dallari Dalton Rosado Dalton Trumbo Damaris Lucena Damiano Damiani Dan Mitrione Daniel Cohn-Bendit Daniel Dantas Daniela Toledo de Prado Danilo Dante Alighieri Dante de Oliveira Danton Darcy Rodrigues Dario Argento Darlan Menezes Abrantes DataFolha David C. Mitchell David Carradine David Emanuel de Souza Coelho David Goodis David Lean David Lynch David Mamet David Nasser David Ricardo David Warner Dayane de Oliveira Dê ouro para o bem do Brasil Deborah Fabri Deborah Fabri. Michel Temer decapitação delação premiada Delcídio do Amaral Delfim Netto Deltan Dallagnol Delúbio Soares DEM Demétrio Magnoli democracia democracia burguesa democracia-cristã Demônios da Garoa Denatran dengue Dennis Hopper Denys Arcand Deops deportação depressão econômica deputado João Alves Dércio Marques Dercy Gonçalves Desafia o nosso peito desastre ambiental desembargador Abel Gomes desemprego desigualdade econômica desigualdade social deslizamentos desmilitarização do policiamento Desmond Tutu desobediência civil desordem despoluição do Tietê desqualificação Devanir de Carvalho Devra Davis Di Stéfano Dia da Consciência Negra Dia da Pátria Dia das Crianças Dia das Mães Dia dos Pais Dia Mundial do Rock Diane Keaton Dias Toffoli Didi Diego Costa Diego Maradona Diego Simeone Dilma Dilma Rousseff dinheiro Dino Buzzati Dino Risi Dino Rizi Diógenes Carvalho Diogo Salles Direito à Memória e à Verdade direito ao trabalho direito de manifestação direitos civis direitos humanos direitos previdenciários direitos trabalhistas diretas-já Direto da Redação discriminação dissidentes cubanos distopia ditabranda ditadura ditadura argentina ditadura militar dívida pública Django Djavan doações empresariais DOI-Codi Dolores Duran Dolores Ibarruri Dom Luís Gastão de Orléans e Bragança domingo sangrento Domingos Dutra Domingos Jorge Velho dominicanos Don Siegel dona Solange Donald Sutherland Donald Trump Donga Dops Dorival Caymmi Douglas Fairbanks DPZ Duarte da Costa Duda Mendonça Dulce Maia Dunga Dustin Hoffman Dylan Thomas Eça de Queirós ECA-USP ECA/USP ecologia economia política Edemar Cid Ferreira Eder Jofre Edgar Allan Poe Edgard Leuenroth Edgard Rice Burroughs Edgardo Bauza Edifício Joelma Edinho Silva Edir Macedo Edison Lobão Editora Imprima Ednardo Ednardo D'Ávila Melo Edouard Bernstein Edson Fachin Edu Lobo Eduard Bernstein Eduardo Eduardo Alves da Costa Eduardo Azeredo Eduardo Campos Eduardo Cunha Eduardo Galeano Eduardo Gomes Eduardo Guimarães Eduardo Leite Eduardo Mahon Eduardo Moniz Eduardo Rodrigues Vianna Eduardo Sabóia Eduardo Suplicy educação educação popular educação religiosa Edward Bernstein Edward Dmytryk Edward Snowden Edwin Sutherland efeito estufa Egberto Gismonti Egito Ehrenfried von Holleben Eike Batista Eisenstein El País Elba Ramalho eleições eleições 1989 eleições 2010 Eleições 2012 eleições 2014 eleições 2016 eleições 2018 Eleonora de Lucena Eleonora Menicucci Eleonora Menicucci de Oliveira eletrochoques Eli Wallach Eliane Cantanhede Eliane Cantanhêde Eliane Cantenhêde Elias eliminatórias da Copa do Mundo de 2018 Elio Gaspari Elio Petri Élio Petri Eliot Ness Elis Regina Eliseu de Castro Leão Eliseu Padilha Elizabeth Lorenzotti Elizeth Cardoso Eloísa Samy Elomar Elvira Lobato Elvis Presley Elza Soares Em Tempo Emanuel Neri embargo econômico emenda fiscal Emerson Emerson Fittipaldi emigrantes Emilio Estevez Emílio Fontana Emílio Médici Emílio Odebrecht Emir Sader empreiteira OAS empreiteiras Enéas Carneiro Eneida Ennio Morricone Enrico Fermi ensino entropia entulho autoritário Enzo G. Castellari Enzo Peri episódio algoz e vítima Epoca Equador Erasmo Carlos Eremias Delizoicov Eric Burdon Eric Clapton Eric Hobsbawn Ernest Hemingway Ernesto Geisel Ernesto Laclau Ernst Jünger escândalo Proconsult Escola Base escolas-padrão escracho escravidão escutas telefônicas Esopo Espanha espionagem espiritismo Espírito Santo ESPN espontaneísmo esportes Esquadrão da Morte esquerda petista esquerda zeladora estado estado de bem estar social Estado Islâmico Estado Novo estado policial Estados Unidos estatolatria Estatuto da Criança e do Adolescente Estatuto da Criança e do Adolescentes Estatuto do Idoso estelionato estelionato eleitoral Estevam Hernandes estigmatização ETA etanol Ethel Rosenberg Étienne La Boétie Ettore Scola EUA Eugène Delacroix Eugênio Aragão Eugênio Bucci Eugênio Gudin Eurico Gaspar Dutra Eurípedes eutanásia Evander Holyfield Evaristo da Veiga Everardo Dias Evo Morales ex-presos políticos excomunhão execuções Exército exploração da fé extradição Ezequiel Neves F-1 Fabiana Leibl Fabiano Silveira Fábio Almeida Fábio Carille Fábio Hideki Harano Fábio Konder Comparato Fábio Raposo Fábio Seixas Fabrício Chaves fábulas Facebook Falha de S. Paulo falha técnica falsificação da História falta d'água falta de creches fanatismo fanatismo religioso Fantástico Farc fascismo Fausto De Sanctis Fausto Macedo Fausto Silva favela favelização FBI Febeapa Febraban Federico Fellini Federico Garcia Lorca Felipão Felipe Massa feminismo Ferenc Puskás Fernando Alonso Fernando Baiano Fernando Barreto Fernando brant Fernando Canzian Fernando Claro Fernando Collor Fernando de Barros e Silva Fernando Dutra Pinto Fernando Gabeira Fernando Haddad Fernando Henrique Cardoso Fernando Henrique da Silva Fernando Holiday Fernando Lugo Fernando Meligeni Fernando Pessoa Fernando Pimentel Fernando Pomarici Fernando Rodrigues Ferreira Gullar festas juninas festivais da Record feudalismo FHC FIC Fidel Castro Fiesp Fiesta Fifa Filinto Muller Filipinas Fillinto Muller filme O Jovem Karl Marx filmes para ver no blogue filósofo Sócrates fim do fator previdenciário fim dos jornais impressos Financial Times Fino da Bossa Fiodor Dostoievski flamenco Flamengo Florestan Fernandes flotilha Fluminense FMI Folha de S. Paulo Fome Zero Força Expedicionária Brasileira Força Pública Força Sindical forma-valor Foro de São Paulo Fortaleza Fórum Econômico Mundial Fórum Paulista de Desenvolvimento Fórum Social Mundial França Francenildo Costa Francenildo dos Santos Francesco Schettino Francis Ford Coppola Francis Fukuyama Francis Hime Francisco Alves Francisco de Oliveira Francisco Foot Hardman Francisco Franco Francisco Manuel da Silva Francisco Rocha Franco Montoro Franco Nero Franco Zefirelli François Hollande François Mitterrand François Truffaut Frank Zappa Franklin Delano Roosevelt Franklin Martins Franklin Maxado Franz Kafka fraude eleitoral Fred Vargas Fred Zinneman Freddie Francis Freddie Perdigão Frei Betto Frei Caneca frei Tito Frenke Petry Frente Parlamentar Friedrich Engeles Friedrich Engels Friedrich Nietzche Fritz Lang Fukushima Fukuyama Fulgêncio Batista Fundação João Mangabeira Fundação Perseu Abramo fundamentalismo religioso fundos de pensão futebol G20 gabinete de crise Gabriel Chalita Gabriel Chalitam Gabriel Garcia Marque Gabriel Jesus Gal Costa Galileu Galvão Bueno Gamal Abdel Nasser ganchos garis Garrincha Garry Kasparov Gary Cooper gastança Gastone Righi gastos militares Gato Barbieri gays Gaza Geddel Vieira Lima Geert Wilders Gene Hackman General Maynard Gengis Khan genocídio George 5º George Bush George C. Scott George Foreman George Harrison George Hilton George Kennan George Orwell George Romero George Roy Hill George Santayana George Simenon George Soros George W. Bush Georges Bidault Georges Braque Georges Danton Georges Wolinski geração 68 geração de empregos Geração Maldita Geraldo Alckmin Geraldo Azevedo Geraldo Del Rey Geraldo Vandré Gerard Depardieu Gerard Piqué Gerhard Berger Germanine Greer Gerson de Oliveira Nunes Gerson Theodoro de Oliveira Getúlio Vargas Ghiggia Gian-Maria Volonté Gianfrancesco Guarnieri Gianluigi Buffon Gilberto Carvalho Gilberto Dimenstein Gilberto Freyre Gilberto Gil Gilberto Kassab Gilberto Maringoni Gilles Lapouge Gillo Pontecorvo Gilmar dos Santos Neves Gilmar Mendes Gilmar Rinaldi Gilson Dipp Gilson Theodoro de Oliveira Giocondo Dias Giordano Bruno Giorgio Napolitano Giuliana Vallone Giuliano Genna Giuliano Montaldo Giuseppe Garibaldi Giuseppe Lampedusa Gladiadores do Alter Glauber Rocha Glauber Braga Glauber Rocha Gleisi Hoffmann Glesi Hoffmann GloboNews Glória Kreinz Goethe Goffredo da Silva Telles Jr. Gol Golbery do Couto Silva Goldstone goleiro Aranha goleiro Barbosa goleiro Bruno golpe de 1964 golpe de 1964 x 50 anos golpismo Gonzaguinha Google Google Earth Goubery do Couto e Silva governo de união nacional Graças Foster Grace Mendonça Graciliano Ramos Graham Greene grampos Grande Otelo grandes tragédias Grécia Greenpeace Greg Lake Gregório Bezerra Gregório de Matos Gregório de Mattos Gregório Duvivier Gregório Fortunato Gregory Peck greve de fome greve de osasco greve geral greve geral de 1917 Grigori Rasputin Grigori Zinoviev gripe suína Grundisse Grupo Guararapes Grupo Krisis Grupo Oficina Grupo Pão de Açúcar Grupo Rumo Guam Guantánamo Guarda Civil guerra civil guerra da lagosta guerra do Vietnã guerrilha do Araguaia guerrilha do Vale do Ribeira guerrilha na internet guerrilha urbana Gueto de Gaza Gueto de Varsóvia Guido Mantega Guilherme Boulos Guilherme de Almeida Guilherme Duvivier Guilherme Fariñas Guimarães Rosa Guiné Equatorial Gustav Franz Wagner Guy Corneau Guy Debord Gylmar dos Santos Neves H. G. Wells H. P. Lovecraft habitação hackers Hamas Hamilton Almeida Hammer Hannah Arendt Hans Christian Andersen Haroldo Lobo Harry Houdini Harry Shibata Harry Truman Hector Babenco Hegel Heitor dos Prazeres Heitor Villa-Lobos Helder Barbalho Helena Chagas Helena de Lima Heleny Guariba Hélio Bicudo Hélio Rubens de Arruda e Miranda Hélio Schwartsman Hélio Vannucci Heloísa Helena Helvio Soto Henfil Henning Boilesen Henning Mankell Henri-Georges Clouzot Henrique Alves Henrique Lott Henrique Meirelles Henrique Pinto Henrique Pizzolato Henrique Pizzolatto Henry David Thoreau Henry Fonda Henry Ford Henry Sobel Hephzibah Anderson Heraldo Pereira Herbert Marcuse Herivelton Martins Herman Benjamin Herman Voorwal Herman Voorwald Hermann Goering Hermeto Pascoal Hermínio Linhares Hermínio Sacchetta Hervê Cordovil high school Hildegard Angel Hillary Clinton Hino da Independência Hino Nacional Brasileiro hiperinflação alemã Hipócrates Hiroshima História Holanda Hollywood Holocausto homem novo Homero homofobia homossexualismo Honduras Horacio Cartes horóscopo Hosni Mubarak Hosny Mubarak Howard Fast Hugo Carvana Hugo Chávez Human Rights Watch Humberto Costa humor Ian Fleming Iara Iavelberg IBGE Ibrahim Sued Ideli Salvatti IFMS Igor Fuser Igor Gielow Igor Tamasauskas Igreja Católica Igreja Renascer Igreja Universal iHarry Berger imagem imigração italiana imigrantes IML Immanuel Kant Imola impeachment impeacment impedimento imperador Nero imperialismo Império Romano imprensa in memorian Inconfidência Mineira incontinência verbal indenizações independência argelina Índia indignados Indio da Costa Indonésia indulto indústria bélica indústria cultural indústria da multa Inês Etienne Romeu inflação Inglaterra Ingmar Bergman Inquisição Instituto Lula Instituto Royal insubmissão militar Intentona Comunista Internacional Socialista internacionalismo revolucionário internet Interpol intolerância intolerância religiosa inundações invasão da Baía dos Porcos IPCC Irã Iraque Irmãos Grimm Irmãos Wright Isa Grinspum Ferraz Isaac Asimov Isaac Bashevis Singer Isaac Deutscher Isabel Fleck Ismar C. de Souza Isobel Goudie Israel IstoÉ Istvan Mészáros István Mészáros Itália Italo Mereu Itamar Assumpção Itamar Franco Itamaraty Itaú Ivan Lendl Ivan lessa ivan Lins Ivan Pinheiro Ivan Rebloff Ivan Sartori Ivan Seixas Ivan Valente Ives Gandra Martins Ivo Herzog Ivo Sartori J. Edgar Hoover jabaculê Jack Arnold Jack Nicholson Jacob Gorender jacobinismo Jacqueline Myrna Jacqueline Onassis Jacques Brel Jader Barbalho Jadson Jaguar Jaime Guzmán Jair Bolsonaro Jair Marchsini Jair Rodrigues Jairo Ferreira Jairo Nicolau Jairzinho James Bond James Braddock James Coburn James Dean James Joyce James Stuart Mill James Wright Jandira Feghali Jane Fonda Jânio de Freitas Jânio Quadros Janis Joplin Jaques Wagner Jarbas Passarinho Jardel Filho Jards Macalé Jari José Evangelista Jason Robards JBS Jean Cocteau Jean Gabin Jean Wyllys Jean-Jacques Annaud Jean-Jacques Rousseau Jean-Louis Trintignant Jean-Luc Godard Jean-Paul Belmondo Jean-Paul Sartre Jean-Pierre Melville Jefferson Airplane jeitinho brasileiro Jerry Lewis Jerzy Kosinski Jesse Owens Jessé Souza jesuítas Jesus Christ Superstar Jesus Cristo Jethro Tull jihadismo Jim Capaldi Jim Morrison Jimi Hendrix Jimmy Carter Jimmy Connors Jirau Jo Cox Joachim Low Joan Baez Joan Manuel Serrat Joan Miró João Amazonas João Baptista Figueiredo João Batista de Andrade João Bosco João Cabral do Melo Neto João Dantas João Dias João Dória Jr. João Gilberto João Goulart João Grandino Rodas João Havelange João José Reis João Otávio de Noronha João Paulo Cunha João Pedro Stedile João Pereira Coutinho João Pessoa João Saldanha João Santana João Vaccari Neto Joaquim Barbosa Joaquim Câmara Ferreira Joaquim Cerveira Joaquim Levy Joaquim Nabuco Joaquim Seixas Joaquim Silvério dos Reis Joaquin Pérez Becerra Joe Cocker Joe Frazier Joe Hill Joe Louis Joel Rennó Joelmir Beting Joesle Batista Joesley Batista jogador Romero Jogos Panamericanos Johan Cruyff John Carpenter John Carradine John Ford John Frankenheimer John Huston John Kennedy John Kenneth Galbraith John Lennon John Maynard Keynes John Mc Cain John Milton John Reed John Steinbeck John Wayne Joice Hasselmann Joice Lima Jon Bon Jovi Jonathan Swift Jorge Adoum Jorge Amado Jorge Ben Jorge Jose Fernandez Jorge Kajuru Jorge Mautner Jorge Sampaoli Jorge Semprún Jornal da Tarde Jornal do Brasil Jornal dos Jornais Jornal Nacional jornal ROL jornalismo jornalismo de esgoto José Alencar José Anibal José Antonio Nogueira Belham José Arbex Jr. José Caldas da Costa José Carlos Barreto José Carlos Bumlai José Eduardo Cardozo José Ely de Miranda José Fábio Rodrigues Maciel José Genoíno Jose Giovanni José Goldemberg José Ismael Pedrosa José Janene José Lavecchia José Lewgoy José Luís Del Roio José Maria Eymael José Maria Marin José Marques de Melo Jose Marti José Marti José Martinez José Milbs José Mourinho José Mujica José Osório de Azevedo Jr. José Padilha José Raimundo da Costa José Roberto Arruda José Roberto Malia José Roberto Mendonça de Barros José Ronaldo Tavares de Lira e Silva José Saramago José Sarney José Sérgio Gabrielli José Serra José Tóffoli José Wellington Diógenes José Wilker José Zaragoza Joseba Gotzon Josef Mengele Josef Stalin Joseita Ustra Josemaría Escrivá Joseph Blatter Joseph Goebbels Joseph McCarthy Joseph Stalin Josias de Souza Josué de Castro Jotabê Medeiros Jovem Pan Joyce Juan Goytisolo Juan Manuel Fangio Juarez Guimarães de Brito Juca Chaves Juca Kfouri Judas Iscariotes Judiciário juiz Marcelo Bretas juiz Sérgio Moro juizados de pequenas causas Jules Bianchi julgamento de Nuremberg Julian Assange Juliana Lungaretti Júlio Bressane Júlio Cesar Júlio Lancelotti Julius Martov Julius Rosenberg Juscelino Kubitschek Justiça justiça social Juventude Hitlerista kardecismo Karl Kautsky Karl Leibknecht Karl Marx Karl Polanyi Kátia Abreu Keith Carradine Kevin Khader Adnan kibutz Kim Jong-il Kim Kataguiri King Crimson Kirk Douglas kit gay Klaus Kinski Kris Kristoferson Ladislau Dowbor Laerte Braga laicidade do Estado Lake and Palmer Lamartine Babo Lampião Landell de Moura las locas de la plaza de mayo Latam Laudo Natel Laura Hernandez Norambuena Laura Lungaretti lavagem cerebral lavagem de dinheiro lavoura cafeeira Lawrence da Arábia Lázaro LDO Leandro Colon Leandro Fortes Leci Brandão Lecy Brandão Lee J. Cobb Lee Jae-Yong Lee Majors Lee Van Cleef Legião Urbana Lehman Brothers Lei Antiterrorismo Lei Áurea Lei da Anistia Lei da Ficha Limpa Lei da Mordaça Lei de Abuso de Autoridade Lei Falcão Lei Rouanet Lei Seca leis especiais da Itália Lênin Lennox Lewis Léo Pinheiro Leo Szilard Leon Russell Leon Tolstoi Leon Trotsky Leonard Cohen Leonardo Boff Leonardo da Vinci Leonardo Sakamoto Leonel Brizola Leonel Mello Leônidas de Esparta Leônidas Pires Gonçalves Leopoldo Paulino LER-QI Lev Kamenev Levy Fidélix Lewis Carroll LGBT Libelu liberalismo liberdade de expressão Líbia Lidu Lilian Celiberti Lima Duarte limpeza Lina Wertmüller linchamento Lindbergh Farias Lino Sabbadin Lino Ventura Lionel Jospin Lionel Messi Lira Neto lista negra literatura literatura infantil literatura infanto-juvenil Little Richard Livro dos Heróis da Pátria Lluís Llach Lobão Loreena McKennitt Los Hermanos loterias Louis Malle Lourenço Diaféria LSN Luc Ferry Lúcia Coelho Luciana Genro Lúcio Flávio Vylar Lirio Lúcio Funaro Lucky Luciano Lufthansa Luigi Magni Luis Advis Luís Alberto de Abreu Luis Buñuel Luís Carlos Trabuco Luís Cláudio Lula da Silva Luís Favre Luís Francisco Carvalho Filho Luís Inácio Adams Luís Nassif Luís Roberto Barroso Luis Vicente León Luiz Antonio Fleury Filho Luiz Antonio Marrey Luiz Aparecido Luiz Carlos Azenha Luiz Carlos Cancellier Luiz Carlos Maciel Luiz Carlos Prestes Luiz Eduardo Greenhalgh Luiz Eduardo Merlino Luiz Eduardo Rocha Paiva Luiz Eduardo Soares Luiz Felipe Lampreia Luiz Flávio D'Urso Luiz Fux Luiz Gonzaga Luiz Gonzaga Belluzzo Luiz Gushiken Luiz Maklouf Luiz Ruffato Luiz Suarez Luiz Vieira Luíza Erundina Lula Lula-lá luta armada luta de classes Lyda Monteiro da Silva Lyndon Johnson má fé macartismo Machado de Assis maconha Madre Teresa de Calcutá Mafalda Vannucci Lungaretti Mafia máfia dos ingressos Magalhães Pinto Mahatama Gandhi Mahatma Gandhi Mahmoud Ahmadinejad maio de 68 maioridade penal Mais Mais Médicos Major Curió Malcom X Manfrini manifestações de protesto Manifesto do Partido Comunista Mano Menezes Manoel Henrique Ferreira Manuel Fiel Filho Manuel Henrique Ferreira Manuel Zelaya Manuela D'Avila Mao Tsé-Tung Mappin maracanazo maracutaia Maradona Maranhão Marçal Mendes Marcel Camus Marcel Duchamp Marcelinho Carioca Marcello Mastroianni Marcelo Coelho Marcelo Crivella Marcelo Freixo Marcelo Miller Marcelo Odebrecht Marcelo Paiva Marcelo Roque Marcha da Família Marcha da Maconha Marcha das Vadias Márcio França Márcio Holland Márcio Leite de Toledo Márcio Moreira Alves Marcio Pochmann Márcio Thomaz Bastos Marco Altberg Marco Antonio Villa Marco Antonio Zago Marco Archer Marco Aurélio Garcia Marco Aurélio Mello Marco Brutus Marco Feliciano Marco Licínio Crasso Marco Polo Del Nero Marconi Marcos Augusto Gonçalves Marcos Lisboa Marcos Mariano Marcos Nunes Filho Marcos Troyjo Marcos Valério Marcos Wilson Lemos Marcus André Melo Marcus Willis Marechal Erwin Rommel Marechal Tito Margaret Thatcher Margareth Thatcher Margarethe von Trotta Maria a Louca Maria Alice Setubal Maria Amélia Teles Maria Antonieta Maria Bethânia Maria das Graças Lima Maria de Lourdes Rollemberg Mollo Maria do Carmo Brito Maria do Rosário Maria Esther Bueno Maria Izabel Azevedo Noronha Maria Lúcia Fattorelli Maria Luíza Fontenele Maria Odette Maria Schneider Maria Vitória Benevides Marie Le Pen Mariel Mariscot Marilene Rosa da Silva Marília Medalha Mariluz Pereira Jorge Marilyn Monroe Marina Silva Marine Le Pen Marinha Mário Alves Mario Amato Mário Amato Mario Carroza Mário Covas Mário de Freitas Mário Faustino Mário Gobbi Mário Lima Mário Magalhães Mário Marsillac Mario Monicelli Mario Puzo Mário Sérgio Conti Mário Sérgio Pontes de Paiva Mário Soares Mário Thomaz Bastos Mario Vargas Llosa Mário Wallace Simonsen Marisa Letícia Marisa Monte Mark Twain Marlon Alberto Weichert Marlon Brando Marquês de Maricá Marta Suplicy Martin Luther King Martin Ritt Martin Scorcese Martin Sheen Marvel Comics Marx marxismo Mary Shelley Marzieh Vafamehr Masp massacre de My Lay massacre do Carandiru Massafumi Yoshinaga matança em Manaus Mateus Ferreira da Silva Matheus Baraldi Magnani Maurice Plas Maurício Costa Maurício do Valle Mauricio Hernandez Norambuena Maurício Kubrusly Mauricio Macri Mauro Iasi Mauro Marcondes Mauro Santayana Max Bauer Max Horkheimer Max Von Sidow Maximilian Robespierre Maysa Matarazzo MBL MDB Medalha Brigadeiro Tobias Medalha do Pacificador medicina medicina mercantilizada médicos cubanos medievalismo mega-sena Megaupload Mem de Sá Memorial da Resistência Memórias de uma guerra suja Mendonça Filho Meneghetti Menon mensalão mensalão. Michelle Bachelet mercantilização Mercosul Michael Burawoy Michael Jackson Michael Roberts Michael Schumacher Michael Winner Michel Foucalt Michel Platini Michel Temer Michelangelo Antonioni Michelangelo Buonarroti Michelle Bachelet Mick Tyson microcefalia Mídia Sem Máscara migrantes Miguel Arraes Miguel Jorge Miguel Urbano Rodrigues Mike Tyson Mikhail Bakunin milagre brasileiro militarismo Millôr Fernandes Milton Friedman Milton Nascimento Milton Neves miniconto Ministério dos Esportes ministérios Mino Carta Miro Teixeira miséria missão mísseis cubanos Missões Bolivarianas mitologia MMA MMDC Moçambique modernidade Modesto Carvalhosa Moisés Naim Molina Dias monarquia Mônica Bergamo Monica Lewinsky Mônica Moura Mônica Veloso monolitismo monopólio da comunicação monopolização Monteiro Lobato Montesquieu Monty Python Monza Moody Blues moral revolucionária moralismo rançoso Moreira da Silva Morro da Providência mortos e desaparecidos Políticos motos Movimento movimento estudantil movimento hippie movimento negro Movimento Negro Unificado movimento operário Movimento Passe Livre Movimento por uma Alternativa Independente e Socialista movimento secundarista Moysés Pinto Neto MPB MR-8 MRT MST MTST Muammar Gaddafi Muddy Waters Muhammad Ali multas para pedestres Mundial de 1950 Mundial de 2014 Mundial de 2018 Mundial de Clubes da Fifa Mundial Fifa de 1958 Mundial Fifa de 1962 Mundial Fifa de 1966 Mundial Fifa de 1970 Mundial Fifa de 2010 Mundial Fifa de 2014 Mundial Fifa de 2018 Muricy Ramalho muro de Berlim muro de Berlin música Músicos e canções que iluminaram a minha vida nacional desenvolvimentismo nacional-desenvolvimentismo nacionalismo Nagasaki Naji Nahas Naná Vasconcelos Napoleão Bonaparte Napoleão Maia Nara Leão Nasser Nat King Cole Natal Natan Donadon Nathan Rothschield naufrágio da fragata Medusa Náufrago da Utopia nazismo Neil Ferreira Neil Young Nelsinho Piquet Nelson Barbosa Nelson de Sá Nelson Gonçalves Nelson Guimarães Machado da Silva Nelson Jobim Nelson Mandela Nelson Piquet Nelson Rodrigues neo-pentecostais neo-realismo italiano neofascismo neoliberalismo neonazismo Nestor Cerveró Nestor Kirchner Neto Neusah Cerveira Neville D'Almeida Newton Cruz Newton Rodrigues Neymar Nicola Sacco Nicolas de Chamfort Nicolas Maduro Nicolas Sarkozy Nicolau 2º Nicolau Maquiavel Nigel Forage Nike Nikita Kruschev Nikolai Bukharin Nilma Gomes Nilton Santos Nino Manfredi Nise da Silveira Nizan Guanaes No Nukes Noam Chomsky Noam Chosmky Noel Rosa Norbert Hofer Norberto Bobbio Norma Bengell Norman Jewison Norman Mailer Norman O. Brown Noruega Nosso Tempo Notícias Populares nouvelle vague nova esquerda Nova República Nova York Novak Djokovic NSA Nuno Crato O Capital O caso dos dez negrinhos O Dia Seguinte O Direito de Nascer O Estado de S. Paulo O Globo O Gobo O Pasquim O Rebate O Vampiro de Dusseldorf OAB Oban Obdulio Varela obscurantismo Observatório da Imprensa Occupy Occupy Walt Street Octavio Frias de Oliveira ocupação ocupação da reitoria Odebrecht Oded Grajew Odete Lara Odete Moro Odilon Guedes OEA Olavo Bilac Olavo de Carvalho Olavo Hanssen Olavo Setubal Olga Benário Olimpíadas Olimpíadas de 1936 Olímpio Mourão Filho Olinda Olívia Byington Olivier Clerc Olívio Dutra Olympio Mourão Filho ombudsman onda conservadora Onofre Pinto ONU Opera Mundi Operação Bandeirantes Operação Boca Livre Operação Condor Operação Greenfield Operação Hashtag Operação Lava-Jato Operação Mãos Limpas Operação Satiagraha Operação Timóteo Opinião Opportunity Opus Dei Orestes Quercia Organizações Globo Orlando Lovecchio Filho Orlando Silva Orlando Yorio Orlando Zapata Orquestra Armorial Orson Welles os cinco de Cambridge Os Miseráveis Os Mutantes Os Trapalhões Os Três Patetas Osama Bin Laden OSB Oscar Oscar Niemeyer Oscar Schmidt Oscar Wilde Oscarito Osmar José Serraglio Osmar Santos Osmir Nunes Osny Silva Osório Duque Estrada ossadas de Perus Osvaldo Peralva Otávio Frias Filho Otávio Mesquita Othman Abu Sabha Othon Bastos Otto Maria Carpeaux Otto von Bismarck Pablo Escobar Pablo Ortellado Pablo Picasso Pacto Hitler-Stalin Padre Antônio Vieira Paes Landim país basco palestinos Palhinha Palmares Palmeiras Pan 2015 Panair do Brasil Pancho Villa Panteras Negras Pão de Açúcar Paolo Rossi Paolo Taviani papa Bento XVI Papa Doc Duvalier papa Francisco papa João Paulo II papa Paulo VI Papa Pio XII Paquistão Paraguai Paraná parasitismo Paris Park Geun-hye Parlamento Europeu parto humanizado parto normal Páscoa passagens aéreas Passe Livre passeata dos 100 mil pastor Feliciano Pastoral da Terra Pat Garrett Patria y Libertad Patrick Mariano Paul Cèzzane Paul Krugman Paul McCartney Paul Newman Paul Simon Paul Singer Paul Verhoeven Pauline Réage Paulinho da Força Paulinho da Viola Paulo Abrão Paulo André Paulo Arantes Paulo Autran Paulo César Peréio Paulo Cesar Pinheiro Paulo César Pinheiro Paulo César Saraceni Paulo Coelho Paulo de Tarso Venceslau Paulo Egydio Martins Paulo Francis Paulo Freire Paulo Henrique Amorim Paulo Henrique Ganso Paulo Henrique Porto de Oliveira Paulo Lacerda Paulo Machado de Carvalho Paulo Malhães Paulo Maluf Paulo Paim Paulo Pimenta Paulo Rabello de Castro Paulo Roberto Costa Paulo Sérgio Pinheiro Paulo Skaf Paulo Soledad Paulo Teixeira Paulo Thiago Paulo Vannuchi Paulo Vanzolini Paulo Villaça PC Farias PCB PCBR PCC PCdoB PCF PCI PCO PDS PDT PEC 241 PEC 51/2013 PEC 55 peculato pedaladas fiscais pedofilia pedreiro Amarildo Pedro Cardoso da Costa Pedro Cinemaxunga Pedro Corrêa Pedro Del Picchia Pedro Franco de Campos Pedro Moreira Salles Pedro Paulo Barrientos Pedro Pomar Peitolina Pelé pena de morte Pep Guardiola Percival de Souza Péricles Maranhão perseguição religiosa perseguidos políticos Perseu Abramo Pérsio Arida Pete Sampras Pete Townshend Peter Cushing Peter Finch Peter Fonda Peter Frampton Peter Fry Peter Lorre Peter Mair Peter O'Toole Peter Sellers Peter Sinfeld Petrarca Petrobrás petrolão petróleo PF PFL PGR Philip K. Dick PIB Pier-Paolo Pasolini Pierluigi Torregiani Pierre-Joseph Proudhon Pietro Mutti Pimenta Neves Pinheirinho Pink Floyd pintura Pio XII Pixinguinha PL 2.960 PL 499/2013 Plano Cohen Plano Real planos de saúde Platão Playboy Playmen Plínio Corrêa de Oliveira Plinio de Arruda Sampaio Plínio de Arruda Sampaio Plínio Marcos Plínio Salgado PM PMDB PNDH-3 PNE pobreza POC Podemos Poder Negro podologia poesia poesias Pol Pot Pol-Pot polícia assassina Polícia Federal política brasileira politicamente correto poluição Pôncio Pilatos populismo porca assassina Porfírio Diaz Porfirio Lobo Portal da Transparência porto de Mariel Portugal Portuguesa de Desportos pós-verdade Powers Boothe PP PR PRC pré-sal preconceito Premeditando o Breque Prêmio Nobel de Literatura presidenta Preta Gil Previdência Social Primavera Árabe Primavera de Paris Primavera de Praga Priscila Pereira privataria privatizações Procon procurações forjadas Procure Saber professores Projeto Proteger Pronatec propaganda enganosa propinoduto proposta de emenda constitucional Protógenes Queiroz Proudhon PSB PSD PSDB psicanálise psicologia PSOL PSTU PT PTB publicidade PUC pugilistas cubanos pulseiras do sexo punições PV quatro de Salvador queda da Bastilha Queen Quentin Tarantino Quilapayun Quilapayún quilombolas Quino racionamento de água racismo Rafael Braga Vieira Rafael Correa Rafael Correia Rafael Nadal Rafael Trujillo Rafaela Silva Raí Raices de America Raíces de America Raimundo Fagner rainha da Inglaterra Rajendra Kumar Pachauri Ramon Mercader Ramona Matos Rodriguez Randolfe Rodrigues Raoul Peck Raquel Dodge Raquel Landim Raquel Rolnik Raul Amaro Nin Ferreira Raul Castro Raul Salles Raul Seixas Ray Bradbury Ray Charles Raymundo Araujo Raymundo Faoro RDD Real Madrid realities shows Rean Alcir Nunes da Silva recall Receita Federal Recep Tayyip Erdogan recessão Red Por Ti America Rede Globo redução da jornada de trabalho referendo referendo revogatório reforma da Previdência reforma ministerial reforma trabalhista reformas constitucionais reformas de base reformismo refugiados refugio refúgio refundação da esquerda refundação do PT Reginaldo Faria Reginaldo Leme Regis Debray regulação da mídia Reinaldo Azevedo Reino Unido Reinold Stephanes religião Renan Calheiros Renato Augusto Renato Consorte Renato Duque Renato Mrtinelli René Clair renúncia reparações repressão República de Salò República de Weimar resistência retirantes retroativo reverendo Moon revista Música revista Piauí revolta árabe revolução revolução bolivariana Revolução Constitucionalista revolução cubana Revolução dos Cravos Revolução Francesa revolução internacional Revolução Soviética Reynaldo Bignone Reynaldo Lungaretti Reza Aslan rhythm and blues Riane Mnochkine Ricardo Amaral Ricardo Balthazar Ricardo Barros Ricardo de Aquino Ricardo Kotscho Ricardo Lewandowski Ricardo Melo Ricardo Saud Ricardo Teixeira Riccardo Cucciolla Richard Attenborough Richard Burton Richard Matheson Richard Nixon Richard Widmark Riddick Bowe Ridley Scott Ringo Starr Rio 16 Rio 2016 Rio de Janeiro Rio-2016 Rivelino Rivellino River Plate Robert A. Heinlein Robert Altman Robert Crumb Robert De Niro Robert Duvall Robert Fripp Robert Graves Robert Kennedy Robert Kurz Robert Louis Stevenson Robert McNamara Robert Silverberg Roberto Campos Roberto Carlos Roberto Civita Roberto Gurgel Roberto Jefferson Roberto Landell de Moura Roberto Macarini Roberto Micheletti Roberto Requião Roberto Romano Roberto Santos Roberto Setúbal Roberto Teixeira Robin Williams robotização rock Rod Serling Rodrigo Constantino Rodrigo Duterte Rodrigo Gularte Rodrigo Janot Rodrigo Maia Rodrigo Rocha Loures Rodrigo Vianna Roger Abdelmassih Roger Corman Roger Federer Roger Molina Roger Pinto Roger Vadim Roger Waters Rogério Ceni Rogério Duprat Rogério Gentile Rogério Micale Rogério Sganzerla Rolando Astarita rolezinhos Rolling Stones Roman Polanski Romarinho Romário Romero Jucá Romeu Tuma Ronald Biggs Ronald Reagan Ronaldinho Ronaldinho Gaúcho Ronaldo Caiado Ronaldo Cunha Lima Ronaldo Fenômeno Rosa Luxemburgo Rosa Weber Roseana Sarney Rosi Campos Roswitha Scholz Rota Roy Ward Baker RP Rubem Biáfora Rubens Ewald Filho Rubens Lemos Rubens Motta Filho Rubens Paiva Rubens Valente Rubin Carter Rui Castro Rui Falcão Rui Martins Rui Pimenta Rutger Hauer Ruth Cardoso Ruy Castro Ruy Guerra Ryke Geerd Hamer S&P Sá de Miranda Sabesp Sabóia Saddam Hussein Sakineh salário-mínimo Salvador Allende Sam Peckinpah Sam Raimi Samarco samba Sampa Samuel Fuller Samuel Pessôa Samuel Wainer San Tiago Dantas Sandra Gomide Sandy Sansung Santa Maria Santana Santiago Andrade Santiago Ilídio Andrade Santo Dias Santos Dumont Santos F.C. São Francisco São Francisco de Assis São Paulo São Paulo antiga São Paulo Futebol Clube São Tiago Dantas Sarah Palin Sargento Kondo satanização Satoru Nakajima saúde sci-fi Sean Connery Sean Goldman sebastianismo Sebastião Caixeta Sébastien Japrisot Secos e Molhados Secretaria da Segurança Pública de SP sectarismo Segunda-Feira Negra Seleção Brasileira Senado senador João Ribeiro sequestro Sergei Eisenstein Sérgio Bianchi Sérgio Cabral Sergio Corbucci Sergio Donati Sergio Fleury Sérgio Fleury Sergio Gabrielli Sergio Leone Sergio Moro Sérgio Porto Sérgio Ricardo Sérgio Silva Sergio Sollima serial killer Severino Cavalcanti sexo casual Seymour Melman Shaker Aamer Shakira Sharon Tate Sheridan Le Fanu Sherlock Holmes Shifter Shirley Bassey Sidney Lumet Sidney Miller Sidney Muller Sidney Poitier sífilis sigilo da fonte Sigmund Freud Silas Malafaia Silvia Suppo Silvio Berlusconi Sílvio Frota Silvio Santos Sílvio Santos Sílvio Tendler símbolos religiosos Simon Bolivar Simone Simone de Beauvoir sinalizador Sinclair Lewis Síndrome da China Sintusp sionismo Síria Sísifo sistema solar sites fascistas Sivuca Slavoj Zizek SNI social-democracia socialismo socialismo num só país socialismo real sociedade alternativa sociedade de consumo Sócrates Sofia Loren Sófocles Solano Ribeiro Soledad Viedma solidariedade solidariedade revolucionária soneto Sônia Amorim Sônia Hernandes Soninha Francine SP; Pelé Spartacus spread stalinismo Standard & Poor's Stanislaw Jerzy Lec Stanislaw Ponte Preta Stefan Zweig Stephen King Steve Bannon Steve Jobs Steve Reeves Steve Winwood Steven Spielberg STF STJ STJD STM Stroessner Stuart Angel Suárez submarino nuclear sucessão Suécia Suely Vilela Sampaio Suetônio Sun Tzu Super Bowl SUS Susan George Suzana Singer Sylvio Costa Syriza T. E. Lawrence T. S. Eliot tabagismo Taça Libertadores Tácito tacocracia tai chi chuan Taís Araujo Taís Moraes Talebã Tancredo Neves tapetão Tarso Genro Tasso Jereissati Tata Martino taxação dos ricos TCU teatro Teatro de Arena teatro Lira Paulistana Tempo de Resistência tenentismo togado tênis Tenório Cavalcanti Teóphile Gautier Teori Zavascki terceirização Terence Fisher Terence Hill Teresa Lajolo Tereza Cruvinel Ternuma terrorismo terrorismo islâmico TFP The Animals The Doors The Economist The Guardian The Who Theo de Barros Theodor Adorno Thiago de Mello Thomas Edison Thomas Morus Thomas Piketty Thomas Robert Malthus Three Mile Island Ticiana Villas Boas Tim Harford Tim Jackson Tim Maia Tiradentes Tiririca Titanic Tite Tito Costa Tom Jobim Tom Zé Tomasso Buscetta Tomé de Souza Toninho Vespoli Tonino Valerii Tony Osanah Toquinho Torino Torquato Jardim Torquato Neto Torquemada tortura Tortura Nunca Mais torturadores torturas Tostão touradas trabalho trabalho alienado trabalho escravo Traffic traficantes tráfico de drogas tragédia aérea Tragédia de Superga trânsito transposição Tratado de Versalhes Tribuna da Imprensa tribunais de pequenas causas tribunais do crime Tribunal de Haia Tropa de Elite tropicalismo trote trotskismo Trotsky Troy Davis TSE TSE. TCU Tunísia tupamaros Turquia TV TV Tupi U2 udenismo UDN UDR UFC Ugo Tognazzi Ultima Hora Ultimate Fighting Ulysses Guimarães umbanda Umberto Eco UNE Unesco União Europeia Unibanco Universidade da Califórnia Universidade de Stanford Universindo Dias UOL urbanismo URSS Uruguai Usina de Letras usineiros USP usura utopia Vagner Freitas Valdir Simão Valdo Cruz vale-tudo Valerio Zurlini Valor vandalismo Vandeck Santiago Vanderlei Cordeiro de Lima Vanderlei Luxemburgo Vanessa Gonçalves VAR-Palmares Vara de Família Vaticano Veja vemprarua vendeta Venezuela Venina Velosa da Fonseca Vera Magalhães Vera Vassouras Vicente Feola Vicente Leporace Victor Hugo Victor Jara vida artificial Vida Contra Morte Vila Ré Vincent Price Vinícius de Moraes Vinícius Mota Vinícius Mota. Estado Islâmico Vinícius Torres Freire violência doméstica violência policial violência urbana Violeta Parra Viomundo Virgílio Gomes da Silva Vírus Zika Vito Genovese Vitor Belfort Vitor Nuzzi Vittorio Arrigoni Vittorio Gasmann Vittorio Gassman Vittorio Taviani Vladimir Arras Vladimir Herzog Vladimir Maiakovski Vladimir Palmeira Vladimir Putin Vladimir Safatle vodu Volkswagen Voltaire voto branco voto facultativo voto nulo voto obrigatório VPR vudu Wagner Moura Waldir Maranhão Waldomiro Diniz Walt Disney Walter Franco Walter Hugo Khouri Walter Maierovitch Walter Pomar Walter Silva Walther Moreira Salles Warren Beatty Washington Olivetto Washington Quaquá Wellington Menezes Werner Herzog Wes Craven Wesley Batista Wesley Venâncio western Wikileaks Wilhelm Reich Willem Dafoe William Randolph Hearst William Shakespeare William Styron William Waack William Wollinger Brenuvida Willy Brandt Wilman Villar Wilson Batista Wilson Simonal Wimbledon Winston Churchill Wolfgang Petersen Woodstock wu chu xadrez Xavi Hernandez Xavi Hernández xenofobia Xi Jinping Xico Graziano Xuxa Xuxa Meneghel Xuxa Menehel Yeda Crusius Yelena Isinbayeva Yevgeni Preobrazhensky Yoani Sánchez Yoram Kaniuk Yves Montand Zagallo Zagalo zagueiro Bigode Zé Celso Zé Dirceu Zé Elias Zé Keti Zé Maria Zé Simão Zeca Pagodinho Zelão Zelota Zico zika Zilda Arns Zinedine Zidaine Ziraldo Zito Zumbi Zuza Homem de Mello Zuzu Angel Zygmunt Bauman